À METADE II: autoconhecimento

Ainda na senda da avaliação da primeira metade do mandato do Presidente Nyusi, algo chamou-me atenção: a institucionalização do preconceito como método de análise. Está a ficar cada vez sedutor analisar a governação com recurso a tácticas argumentativas falaciosas e aos poucos vamos caminhando para o mato. Três são os principais preconceitos: • Primeiro: “availabilityContinueContinue reading “À METADE II: autoconhecimento”

À METADE I

O Presidente Nyusi e seu governo completaram a primeira metade da sua caminhada governativa. Ele decidiu dirigir-se à nação dizendo o que ao longo do tempo fez. Salientou o incremento dos serviços básicos aos pobres, essencialmente. Deixe-me à guisa de contribuição/provocação tecer alguns considerandos. Primeiro: O grande feito do presidente Nyusi foi a recuperação doContinueContinue reading “À METADE I”

developing countries can look at the experiences of other developing countries

Em PVDs (países em vias de desenvolvimento) a corrupção tende a crescer em países onde abundam entidades anticorrupção: o que está acontecer? Porque é assim? Paradoxalmente, países como China ou Singapura ou mesmo Rwanda, que nem possuem tais organizações, conseguem muito bem oferecer aos seus cidadãos melhores serviços –  com claras ressalvas aos chamados eContinueContinue reading “developing countries can look at the experiences of other developing countries”